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sexta-feira, junho 19, 2009

Lisboa Do

MUDE. Ao MUDE, tem de ir toda a gente. Os que gostam de moda, os que ainda não gostam. Os que percebem de design, os que não. Aqueles que gostavam de ter uma cadeira suspensa de baloiço prateada, os que odeiam prateado. Os fãs da alta costura. Os outros. Todos os interessados no estado da arte, em teoria do design, ou todos os que gostavam de ver um museu que encerrará brevemente, para voltar a abrir depois de cara lavada e obras feitas. Na Rua Augusta, com entrada gratuita. E agora, vão!

Lisboa Do

Emanha, no Parque das Nações, na Rua Fonte dos Amores. Tenham juízo: por muito que vos apeteça, ninguém consegue comer mais de três bolas seguidas na mesma taça. Aos adeptos das dietas, das duas uma: ou não lêem, de todo, a descrição das calorias à entrada ou leiam-nas atentamente e comam menos.
Da esplanada, há vista para o rio.

segunda-feira, maio 18, 2009

Lisboa Don´t

Ciclos de cinema estrangeiros com legendagem em língua inglesa. Sobretudo filmes japoneses depois de um dia de trabalho, com legendas pouco níticas e numa sala com cadeiras pouco confortáveis.
Note-se ainda que nem todos os filmes do Oshima têm pessoas nuas e sexualmente possessas. Pena.

Lisboa Do

Refrescos: em versões de outras épocas, com nomes de antigamente e preços simpáticos.

sexta-feira, junho 20, 2008

Fino uma merda

Viver na linha é torturante, por vermos pessoas todos os dias na praia às 8h30m da manhã, enquanto nós estamos no trânsito a caminho do trabalho.

quarta-feira, abril 02, 2008

Da vida em Lisboa (III)

Na A5 de manhã, pela berma, que as faixas vulgares entopem em trânsito, passa um carro preto, escoltado pela polícia. Lá dentro, uma mulher nova de cara aluada contorce-se e um homem novo tem na cara o pânico. A mulher vai em trabalho de parto e escoltar o casal será, estou certa, a missão mais importante do carro da polícia nesse dia. Porque, e também tenho a certeza, toda a estrada ficou prenhe de esperança.

«A sua mãe precisa de um neto», diz-me o psiquiatra dela.
As grávidas têm problemas de pele e varizes.
Um destes dias estive com uma grávida adolescente, cheia da luz da maternidade e quase morri de inveja.
Acho poucas coisas tão más como os soutiens de amamentação.
Sim, eu sei, a isto chama-se ambivalência.

sexta-feira, fevereiro 29, 2008

Da Vida em Lisboa (II)

Também queria conhecer alguém que já tenha plantado couves nas barreiras da CREL. Ou favas. Ou que tenha construído uma daquelas estruturas de canas, que ainda não percebi para que servem.

Da Vida em Lisboa (I)

Eu gostava mesmo de conhecer um taxista gentil no trânsito.