«Vamos adoptá-lo?» e o meu coração estoira. Es-toi-ra.
segunda-feira, julho 31, 2006
terça-feira, julho 11, 2006
Às vezes...
O mundo é tão insuportavelmente cruel com as crianças, que até aos adultos dói.
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Luz
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5:07 p.m.
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segunda-feira, julho 03, 2006
Da Série «Amor à Pátria» (I)
Depois do Portugal - Inglaterra, eu casava com o Ricardo.
Ps. Não se esqueçam de elogiar o meu patriotismo ferveroso: o Ricardo é dantesco!
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Luz
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9:30 a.m.
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quarta-feira, junho 07, 2006
Da Nova Série «Vida Laboral» (VI)
Os anos, evidentes nas manchas castanhas das mãos, na alvura dos cabelos já de neve. Um sorriso limpído e já desdentado, ou a carga permanente da tristeza.
Tenho uma série de avós novos.
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Luz
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6:22 p.m.
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quarta-feira, maio 31, 2006
Da série «Vida Laboral» (V)
Estou cada vez mais em crer que, ao nível dos afectos, os adultos são uma espécie de crianças em fase de oposição aguda, a fazerem-se de muito fortes mas definitivamente à espera que alguém lhes imponha limites. De preferência, alguém para cujo colo posssam saltar à primeira oportunidade. De certo modo, ainda bem.
Piadinha adicional para psicólogos: Com posts desta natureza, ainda me torno enjoativa como o Eduardo Sá. (cof cof)
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Luz
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9:14 a.m.
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sexta-feira, maio 26, 2006
Da série «Vida Laboral» (IV)
Em nome da tão badalada polivalência dos funcionários, qualquer psicóloga é uma boa secretária.
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Luz
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11:16 a.m.
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quarta-feira, maio 24, 2006
SOS Crianças
Lembram-se da série? Deve ter sido a primeira psicóloga-paixão da minha vida, a Ana Padrão de batinha branca a distribuir palavrinhas reconfortantes a crianças em SOS. Não tive muitas mais (psicólogas-paixão, entenda-se).
A vida é mesmo assim, algumas coisas passam. A Ana Padrão deve entrar agora em não sei que telenovelas, da pediatra simpática nunca mais se ouviu falar. Outras ficam. Lembram-se da música do genérico? «Era tão bom que esta história fosse um era uma vez». Agora, quem faz o papel de psicóloga da história sou eu. A música do genérico continua a mesma.
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Luz
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7:37 p.m.
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